terça-feira, março 22, 2011

Medo.

O medo nos acompanha desde o útero, quando a mãe tem receio de perder o bebê recém implantado..
Mas por que o medo é tão pavoroso e afeta tanto nossas vidas? É curioso demais. O medo nos inibe, nos censura, nos cala, nos torna pessoas transtornadas, obsessivas, desesperadas e prontas pra causar medo em outras pessoas que tem medo do que pessoas descontroladas possam fazer. É um ciclo. Uma bola de neve. Mas como proceder?

Alguns pais acreditam que o medo seja uma boa arma para educar os filhos: "Cuidado com o homem do saco! Olha o bicho-papão".(Educação esta, deprimente diga-se de passagem. Pois os filhos aprendem que respeito não vem do pai e da mãe, mas de desconhecidos que podem machucá-lo).

Quando adultos passamos a temer assaltos, seqüestros, roubos e tornamos estes como medos prioritários (que na verdade não são). Os medos internos, as fobias desenvolvidas desde crianças, o medo da morte e de perder entes queridos é muito maior. Mas só acordamos pra isso quando algo acontece com alguém próximo, ou consigo mesmo. Os medos nos apavoras, nos desesperam em silêncio. Medos bobos, coisas de cinema... E no fim quando estes acabarem, os medos de assaltos e roubos voltam. Porque a paranóia do dia-a-dia não pode parar.

Um comentário:

bruno serroni disse...

Oi Dani! Acabei chegando no seu blog com alguns anos de atraso.... vc tem algum novo ou página do face? (Procurei pelo seu nome lá mas não te encontrei). Gostaria de seguir.

Me procura no Face como Bruno Serroni que vc me encontra, aí falamos!

Estou lendo suas postagens antigas aqui. :-)

Bjs